Sua doce palavra, seu instante de febre, sua gula e jejum, sua biblioteca, sua lavra de ouro, seu terno de vidro, sua incoerência, seu ódio – e agora? Com a chave na mão quer abrir a porta,não existe porta; quer morrer no mar, mas o mar secou; quer ir para Minas,
Minas não há mais. José, e agora? Se você gritasse, se você gemesse se você tocasse a valsa vienense, se você dormisse, se você cansasse,
se você morresse... Mas você não morre, você é duro, José! Sozinho no escuro qual bicho-do-mato, sem teogonia, sem parede nua para se enconstar, sem cavalo preto que fuja a galope você marcha, José! José, para onde? ♪
Dontworrybehappy ♥