"- Pai supremo, conselheiro, amigo. - A voz do camerlengo ecoava mansamente na roda de pessoas. - O senhor me disse, quando eu era jovem, que a voz de meu coração era a voz de Deus. Disse que eu deveria segui-la ainda que me levasse para caminhos difíceis. Ouço essa voz agora, exigindo de mim tarefas impossíveis. Dê-me forças. Conceda-me o perdão. O que faço é em nome de tudo em que o senhor acreditava. Amém."
Camerlengo Carlo Ventresca (Anjos e Demônios - pág. 286)